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Nº 023 | Ano 3 | Jul 1998
ENSINO PRIVADO
ENSINO PRIVADO

De Olho

Alerta
Na coluna De Olho anterior (edição do Extra Classe do mês de junho), publicamos uma nota apontando vários descumprimentos da Convenção Coletiva de Trabalho 1998 realizados pela Escola de Suplência de 1º e 2º Graus Científico. Lamentavelmente, não publicamos em que munícipio funciona esta escola – o que causou constragimentos em outras instituições de ensino com o mesmo nome, mas com mantenedoras diferentes. A escola de ensino a qual nos referíamos sobre os descumprimentos era o Científico de Porto Alegre, que continua atrasando o pagamento do salário dos professores, não depositando o FGTS e não pagando as verbas rescisórias.

Em dia
Já as escolas de 1º e 2º Graus Científico de Montenegro, São Leopoldo, Lajeado e Novo Hamburgo estão com suas obrigações em dia.

Ações
Quatro ações estão tramitando na justiça contra a Escola Integrada de Desenvolvimento Infantil Meninópolis, mais conhecida como Ana Terra, de Porto Alegre. Três destas, são rescisões indiretas postulando multas pelo atraso no pagamento de salários, férias, 13º, depósitos de FGTS e verbas rescisórias.

Menos que o mínimo
Estas são algumas das escolas que estão pagando a hora/aula abaixo do piso definido na Convenção Coletiva de Trabalho 1998: Escola Cenecista de 1º e 2º Graus João Batista Rotta, de Espumoso; Escola de 1º Grau Vasco da Gama e Silva, de Bagé; Escola Evangélica de 1º e 2º Graus Rui Barbosa, de Giruá; Escola Cenecista de 2º Grau Castilhense, de Júlio de Castilhos; Escola de 1º e 2º Graus Espírito Santo, de Três Passos; e Escola Cenecista de 2º Grau Ruy Barbosa, de Três Passos.

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