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Nº 038 | Ano 04 | Dez 1999
ENSINO PRIVADO

Sinpro/RS institui Fundo de Apoio à Qualificação Docente

Da Redação

Programa garantirá financiamento parcial para auxiliar os professores em seus projetos de pós-graduação

O Sindicato dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS) colocará à disposição dos professores sócios da entidade, a partir do próximo ano, o Fundo Rotativo de Apoio à Qualificação Docente. O programa, que conta com dotação orçamentária específica, concederá financiamento parcial para auxiliar o pesquisador no desenvolvimento e na conclusão de projetos com vistas à obtenção de titulação em programa de pós-graduação.

“Além das exigências cada vez maiores nas escolas, sentimos que os professores têm se interessado em qualificar o seu trabalho, buscando os cursos de pós-graduação, os quais, normalmente, têm um custo muito alto. Por isso, essa iniciativa do Sindicato”, observa Cecília Bujes, diretora do Sinpro/RS.

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 A primeira seleção ocorrerá de 1º de março a 30 de abril , quando serão asseguradas dez vagas. Para concorrer aos benefícios do Fundo, os docentes devem estar regularmente aprovados em programa de pós-graduação, devidamente reconhecido pelos órgãos federais competentes; que tenham vínculo de emprego em estabelecimentos de ensino privado no estado; e que sejam sócios do Sindicato há mais de dois anos.

Uma das propostas de campanha da direção que está à frente do Sinpro/RS, o Fundo será gerenciado por uma comissão composta por dois representantes da direção do Sindicato, um da Associação dos Professores Aposentados em Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Rio Grande do Sul (Apaepers) e dois professores eleitos em assembléia geral, que será realizada no próximo dia 11 de dezembro, em Porto Alegre.

“O Sinpro/RS tem uma luta histórica pela qualificação do ensino na rede privada”, afirma Marcos Fuhr, diretor do Sinpro/RS. “Como a maioria dos estabelecimentos de ensino não tem nenhuma política para a qualificação de seus profissionais, o sindicato criou este programa para, pelo menos, auxiliar os professores nesta busca por aprimoramento”.

Agenda 2000

O Sinpro/RS, em parceria com o professor Paulo Flávio Ledur, presidente da Câmara Riograndense do Livro, está colocando à disposição dos professores da rede particular de ensino a Agenda Gramatical 2000 – Sinpro/RS.

A agenda traz dicas e informações práticas para dirimir dúvidas gramaticais que ocorrem no dia-a-dia. A Agenda Gramatical 2000 – Sinpro/RS pode ser encontrada na sede estadual do Sindicato (Av. João Pessoa, 919, Porto Alegre) ou nas 15 delegacias regionais. O professor paga apenas R$ 5 a unidade. Informações pelo fone 51 211.1900. Garanta a sua. Foram editadas apenas duas mil agendas.

A equipe de vôlei do Colégio Pio XII, de Novo Hamburgo, foi a campeão dos jogos promovidos pela 6ª Delegacia Sindical do Sinpro/RS (Regional São Leopoldo) para comemorar o Dia do Professor. Já na categoria futsal, venceu a equipe da Escola Sagrado Coração de Jesus, de São Leopoldo. O campeonato foi realizado no dia 23 de outubro, no Pio XII. Participaram professores das escolas Fundação Evangélica (Novo Hamburgo), Santa Terezinha (Taquara), Dorothea Shafke (Taquara), São José (Montenegro), CNEC (Novo Hamburgo), Sagrado Coração de Jesus, Duque de Caxias (Sapiranga), Santa Catarina (Novo Hamburgo), Unisinos (São Leopoldo), da 6ª Delegacia do Sinpro/RS e do Pio XII.

FGTS

Ação ajuizada pede reposição das perdas

O departamento jurídico do Sinpro/RS ajuizou, no último dia 30, na Justiça Federal, a ação contra a Caixa Econômica Federal (CEF), postulando reposição de perdas nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), decorrentes dos planos econômicos de junho/julho de 1987, janeiro de 89, março/abril de 90 e fevereiro de 91. Mais de 1.600 professores da rede particular de ensino sócios do Sindicato estão representados no processo. Os percentuais solicitados judicialmente podem totalizar 120% (veja quadro), sendo devidos mesmo nas hipóteses de o titular já ter sacado o saldo por aposentadoria, despedida ou aquisição da casa própria. Segundo Paulo Nogueira, advogado do Sindicato, o ajuizamento da ação judicial também não prejudicará o saque normal dos depósitos existentes, nas hipóteses previstas em lei. A decisão pelo ingresso na justiça contra a CEF foi tomada em assembléia geral, realizada no dia 28 de agosto, em Porto Alegre. O Sinpro/RS arcará com os honorários advocatícios e as custas iniciais da ação. Custas eventuais, como depósitos recursais, diligências ou contratação de peritos contábeis, serão divididas entre todos os integrantes.

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