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Nº 219 | Ano 22 | NOV 2017
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Escolas têm prazo para se adequar e incluir estudantes com deficiência

São raras as instituições de ensino que adequam sua estrutura e projeto pedagógico para a inclusão de alunos com deficiência. A EMEF Bruno Agnes, de Santa Cruz do Sul, é exemplar no sistema público

Foto: EMEF Bruno Agnes/ Divulgação

São raras as instituições de ensino que adequam sua estrutura e projeto pedagógico para a inclusão de alunos com deficiência. A EMEF Bruno Agnes, de Santa Cruz do Sul, é exemplar no sistema público

Foto: EMEF Bruno Agnes/ Divulgação

Por lei, todas escolas particulares e públicas têm de se adaptar e criar condições para oferecer acesso e educação de qualidade a estudantes com deficiência. A legislação não é nova, a diferença é que agora as escolas particulares estão sendo monitoradas para que todas atendam à demanda a partir do próximo ano letivo. O acompanhamento é feito pela promotora Danielle Bolzan Teixeira, titular da Promotoria de Justiça Regional de Educação de Porto Alegre (RS), que em 2016 instaurou um Procedimento Administrativo. Acesse a matéria completa em www.extraclasse.org.br/exclusivoweb.

POLÍTICA

Os nazistas estão de volta

Os neonazistas surfam na onda do novo fascismo, mantêm ramificações em diversos países e são monitorados pela polícia gaúcha. Seus discursos se confundem com os de políticos que propagam preconceitos para ganhar votos. ‘Os neonazistas se acham superiores ao MBL ou a políticos como Jair Bolsonaro”, diz o delegado Paulo Cesar Jardim, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, responsável pelo Grupo de Combate ao Neonazismo no RS. “Não estamos lidando com bandidos, ou doidos. Estamos combatendo uma ideologia de mais de 70 anos”, analisa.
Confira em www.extraclasse.org.br/exclusivoweb.

DEBATE

Soberania e política externa sob regressão

O ex-ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em palestra em Porto Alegre, criticou as políticas adotadas pelo atual governo, que segundo ele envergonham o país e representam muitos retrocessos, e condenou a conduta dos juízes da Lava Jato pela tentativa de criminalização generalizada.  Leia a íntegra www.extraclasse.org.br/exclusivoweb.

JUSTIÇA

Defesa de PM condenado por morte de sem-terra pede anulação do júri

A alegação é de que a sentença contrariou a prova dos autos. “Meu cliente só foi condenado porque o julgamento ocorreu em Porto Alegre, onde os jurados são muito chegados à promotoria. Em qualquer outra cidade, em São Gabriel ou em Bagé, por exemplo, Alexandre Curto dos Santos seria absolvido na hora porque as pessoas estão acostumadas com essas invasões do MST”, disse o advogado – que anunciou seu afastamento do caso “por razões pessoais”. Veja o histórico deste caso em www.extraclasse.org.br/exclusivoweb.

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