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Nº 015| Ano 2 | Set 1997
EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO

A Escolar – Feira de Produtos para Escola, Escritório e Papelaria – é considerada a maior mostra do segmento na América Latina. Em sua 11ª edição, realizada de 15 a 18 de setembro, a feira, que é promovida pela Francal – Feiras e Empreendimentos, reuniu no Anhembi, São Paulo, 450 expositores, superando a expectativa de 400 empresas. Levantamentos junto a expositores revelam que o segundo semestre deve garantir a retomada dos negócios em patamares superiores aos do ano passado.

Do total de expositores, 15% foram estrangeiros, vindos dos Estados Unidos, Panamá, Coréia, Japão, Espanha, França, Taiwan, Filipinas, Holanda, Argentina, África do Sul e Austrália. A feira ocupou uma área de 25 mil metros quadrados, representando um aumento de 31,58% em relação a 96, quando ocupou 19 mil metros quadrados. Para os organizadores, isso só comprova a importância da feira para o setor, já que acontece no período que marca o recomeço da comercialização dos produtos pautados – cadernos, blocos, papel almaço, folhas, fichário e fichas.

“Nestes 11 anos de realização, a Escolar conquistou grande força e mostra-se como excepcional geradora de negócios, contribuindo diretamente para o aquecimento do setor”, diz João Batista de Lima, presidente da Francal. A Escolar é patrocinada pela Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) e contou com o apoio do Simpa (Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório).

Uma das maiores novidades da mostra foi a abertura de um espaço para discussão da educação no país. Neste ano, a Escolar abri-gou o seminário Leitura, Escola e Cidadania, iniciativa da Petrobrás e do Ministério da Cultura.

A indústria gráfica pretende fechar o ano com um crescimento em torno de 11% em relação a 96, quando obteve cifras próximas a U$ 6 bilhões. Esse crescimento deve se acelerar no segundo semestre, em decorrência da Escolar 97.

O setor de material escolar movimenta anualmente U$ 500 milhões. O segmento mais expressivo, o de cadernos, é responsável por cerca de U$ 230 milhões a U$ 250 milhões desse total, processando 100 mil toneladas/ano de papel. Para 97, a estimativa é de um crescimento de 5%.

Na feira, houve ainda muitas novidades, como canetas que também servem como marcador de livros, personagens Disney que dão vida e cor a diversos materiais para papelaria e escritório, cartão de visita personalizado com Mickey, Minnie, Pateta, Margarida, Donald e Pluto, quadro de avisos coloridos, entre outros.

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