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Nº 181 | Ano 19 | Mar 2014
ENSINO PRIVADO
ULBRA

Professores da Ulbra iniciam o ano insatisfeitos e com o indicativo de paralisação

Arte: D3 Comunicação

Arte: D3 Comunicação

Com mais um recesso letivo marcado por atrasos salariais, os professores da Ulbra iniciam o ano insatisfeitos e com o indicativo de paralisação das atividades, caso o pagamento dos salários não retornem a sua normalidade. Na instituição, o ano de 2013 foi marcado pelo pagamento multiparcelado dos salários em todos os meses, sucessivos descumprimentos do acordo coletivo de trabalho, que já havia flexibilizado os prazos, e a necessidade de iniciativas judiciais para garantir o salário dos docentes.

“Conforme deliberado pelas assembleias realizadas em dezembro último, os professores não vão tolerar mais um ano como foi o de 2013, de incertezas e insegurança. A indignação é grande e vem se acumulando, por isso a mobilização está sendo intensificada, com possibilidade de paralisação das atividades”, afirma Marcos Fuhr, diretor do Sinpro/RS. Segundo ele, o objetivo é impedir que o não pagamento regular dos salários passe a fazer parte da normalidade da Ulbra.

Quatro ações tramitam na Justiça do Trabalho, ajuizadas pelo Sinpro/RS, sobre os atrasos salariais, as multas não pagas e a não concessão integral de reajuste definido na Convenção Coletiva de Trabalho 2013. Conforme Fuhr, é graças a uma dessas ações, em que foi deferido bloqueio das contas da Ulbra, que os salários estão sendo pagos. Apesar dos bloqueios, nos últimos meses as receitas têm sido insuficientes para normalizar os pagamentos, mesmo com o discurso sempre otimista da Reitoria.

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