Jornal Extra Classe - Jornalismo além da superfície
Nº 200 | Ano 20 | Dez 2015
ENSINO PRIVADO
NOTAS

SAÚDE MENTAL
Pesquisa continua em dezembro
Começa neste mês a segunda fase da pesquisa, promovida pelo Sinpro/RS em parceria com a FeteeSul, que avaliará a saúde mental dos professores do ensino privado gaúcho. O estudo está sendo desenvolvido pela professora doutora Janine Kieling Monteiro, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Na primeira fase, ocorrida em outubro e novembro, os professores receberam um texto explicativo e um questionário eletrônico enviados pelo Sinpro/RS por e-mail. Mais de 450 professores participaram desta fase.

SESI/SENAI
Reivindicações serão definidas
O Sinpro/RS realiza de 30 de novembro a 9 de dezembro a assembleia geral dos professores do Sesi/Senai. As reuniões acontecem em todo estado e terão como pauta principal a definição das reivindicações para início da Negociação Salarial 2016. As definições da assembleia serão encaminhadas ao Sindicato Patronal com vistas à renovação da Convenção Coletiva de Trabalho. Acesse no site do Sinpro/RS a programação completa com as informações da assembleia (www.sinprors.org.br). A data-base da categoria é janeiro.

COMUNITÁRIAS
Comung decide por sindicato da educação superior
O movimento das instituições de ensino comunitárias para criar um novo sindicato patronal no Rio Grande do Sul ganhou novos desdobramentos no último período. A proposta inicial de abranger todas as instituições comunitárias, da educação básica e da educação superior, mais as instituições sem fins lucrativos, foi substituída pela proposta de criação de um sindicato das instituições comunitárias de educação superior. A decisão foi tomada após a repercussão negativa da assembleia de criação do novo sindicato realizada em julho, tendo como pauta também a aprovação do estatuto e a diretoria provisória. O Sinepe/RS denunciou a iniciativa ao Ministério Público do Trabalho (MPT), que concedeu um prazo até janeiro de 2016 ao grupo dissidente para que seja encaminhada nova assembleia. “A grande polêmica se estabeleceu pela inclusão
das escolas da educação básica e as instituições sem fins lucrativos”, explica o reitor da Unijui, Martinho Luis Kelm, eleito presidente do Comung para a gestão 2015/2016. “Com este novo escopo, o processo está mais pacificado”, assegura.

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