EDUCAÇÃO

Repercussão do novo ensino médio nos contratos de trabalho dos professores é tema de seminário

O novo ensino médio e as potenciais repercussões nos contratos de trabalho dos professores serão o tema de um seminário on-line, promovido pelo Sinpro/RS, Sinpro/Noroeste e Sinpro Caxias no dia 9
Por Edimar Blazina / Publicado em 8 de setembro de 2021

Repercussão do novo ensino médio nos contratos de trabalho dos professores é tema de seminário

Foto: Freepik

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O novo ensino médio e as potenciais repercussões nos contratos de trabalho dos professores serão o tema de um seminário on-line, promovido pelo Sinpro/RS, Sinpro/Noroeste e Sinpro Caxias. O evento irá ocorrer no dia 9 de setembro, com transmissão pelo Canal do Sinpro/RS no YouTube, a partir das 19h, e se destina a todos os docentes que atuam na educação básica.

A atividade proposta pelos sindicatos de professores do ensino privado do RS tem como objetivos discutir e projetar as mudanças no ensino médio a partir de 2022, tendo como foco as atividades dos professores desta etapa de ensino. Além de dirimir as principais dúvidas dos professores, as entidades pretendem, a partir do Seminário, construir uma pauta de reivindicações para negociação com os sindicatos patronais.

Cecília Farias, diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS), explica que a entidade acompanha com preocupação a implementação do novo ensino médio e as repercussões na vida do professores. “O Seminário sobre o tema será um momento de escuta dos docentes para que possamos encaminhar as principais preocupações aos sindicatos patronais”, pontua.

Entre as principais dúvidas dos professores, estão a extinção ou redução de carga horária de disciplinas e a contratação de profissionais com notório saber. Durante o Seminário, poderão ser enviadas perguntas que serão respondidas na transmissão. A atividade ficará disponível no Canal do Sinpro/RS após o debate. Acesse aqui o link do evento.

MUDANÇAS – Das atuais 2,4 mil horas, o Novo Ensino Médio terá uma carga de 3 mil horas, das quais 1,8 mil horas serão destinadas às aprendizagens obrigatórias estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e as 1,2 mil horas restantes constituirão os itinerários formativos.

DIÁLOGO – Especialistas em educação apontam para a falta de diálogo do Ministério da Educação (MEC) com estudantes e professores para a construção da proposta que entra em vigor em 2022.

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