Jornal Extra Classe - Jornalismo além da superfície
Nº 187 | Ano 19 | Set 2014
ENSINO PRIVADO
VIGILÂNCIA

Duas instituições que estavam utilizando câmeras de vigilância se comprometeram com a retirada os equi­pamentos após reunião com a direção do Sinpro/RS. Nas escolas da mantenedora Adventista Central Sul-Rio-Grandense, as câmeras foram instaladas nas salas de aula e dos professores; na Unilassale, o equipamento está na sala dos professores.

“O Sindicato é contrário à instalação das câmeras nesses ambientes. Essa postura não está em consonân­cia com a atitude de confiança, responsabilidade e so­lidariedade que deve permear as relações no ambiente escolar”, explica Cecília Farias, diretora do Sinpro/RS. Conforme a dirigente, o Sindicato não é contrário ao monitoramente de áreas comuns como corredores, pá­tios e ambientes externos, para a segurança das insti­tuições, professores e alunos.

O tema das câmeras no ambiente de ensino vem sendo debatido em diversas instâncias públicas. Em 2013, o Conselho Estadual de Educação do Rio Gran­de do Sul (CEEd/RS) e o Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre (CME) emitiram indicações contrárias ao uso de câmeras nas dependências inter­nas das instituições que integram os sistemas estadual e municipal de ensino de Porto Alegre, respectivamente.

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