Senado pode aprovar medida que permite compra de ativos privados de alto risco pelo BC, como os papéis fraudulentos emitidos pelo banco Master, transferindo prejuízos privados ao setor público... (Leia Mais)
Os gastos com juros e amortizações da chamada dívida pública federal consomem, anualmente, mais de 40% do orçamento geral da União e comprometem políticas sociais ... (Leia Mais)
A chamada “independência” tem sido uma retórica para dizer ao mercado financeiro que o Banco Central continuará atuando em favor dos interesses de bancos nacionais e estrangeiros... (Leia Mais)
Políticas para as mulheres recebem recursos a conta-gotas; para o Sistema da Dívida, o dinheiro público jorra de forma abundante... (Leia Mais)
Nesse artigo, dissecamos os números da dívida pública federal em 2025 e mostramos as profundas disparidades entre os números que vêm sendo divulgados e o seu verdadeiro montante ... (Leia Mais)
Sem justificativa que se sustente sob qualquer aspecto econômico, científico ou técnico, desde junho de 2025, o Banco Central tem mantido essa taxa em abusivos 15% ao ano... (Leia Mais)
Em vez de denunciar a política monetária desastrosa exercida pelo Banco Central, analistas têm recomendado o corte dos gastos públicos em direitos sociais... (Leia Mais)
A análise do texto da Reforma Administrativa evidencia o desmonte da estrutura do Estado e dos serviços públicos, em grave prejuízo a toda a população ... (Leia Mais)
Além de privilegiar os bancos, o PRS 8/2025 prevê que, caso o estoque da dívida ultrapasse 80% do PIB, o governo, corte investimentos em direitos sociais... (Leia Mais)
A prioridade dada ao Sistema da Dívida e às metas do arcabouço fiscal estão colocando em risco os pisos constitucionais de saúde e educação... (Leia Mais)
A inflação de alimentos se deve à priorização das exportações, privilegiando o grande agronegócio exportador, com crédito farto e subsidiado, e não a uma suposta demanda aquecida no Brasil como alega o BC... (Leia Mais)
Rodrigo Ávila (interino da coluna de Maria Lucia Fattorelli)
O mercado financeiro ainda quer que as pessoas trabalhem até morrer e não se aposentem, ao propor que seria necessária “uma nova reforma da Previdência para alongar o tempo de contribuição do trabalhador"... (Leia Mais)