Jornal Extra Classe - Jornalismo além da superfície
Nº 179| Ano 18 | Nov 2013
EXTRAPAUTA
AMBIENTE

Resíduos sólidos

O Brasil precisa investir R$ 6,7 bilhões para, de forma adequada, coletar todos os resíduos sólidos e dar fim a esse material em aterros sanitários. O dado foi divulgado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). De acordo com a entidade, caso o país mantenha o ritmo de investimentos na gestão de resíduos registrados na última década, a universalização da destinação final adequada deverá ocorrer apenas em meados de 2060. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) prevê para agosto de 2014 o fim da destinação inadequada de resíduos. Dados da Abrelpe mostram que há ainda cerca de 30 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos com destinação inadequada no país.

Oito municípios gaúchos ainda possuem lixões e terão pouco tempo para se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010. De acordo com os dados do Serviço de Gestão de Resíduos Sólidos da Divisão de Infraestrutura e Saneamento Ambiental da Fepam, são os municípios de Ijuí, Ipiranga do Sul, Novo Machado, Santa Margarida do Sul, São Gabriel, Tupanciretã, Uruguaiana e Viamão. Além dos lixões existem os aterros controlados, modalidade que não atende à legislação atual para destino final de resíduos sólidos urbanos e que, se não se adequarem às normas de operação de Aterros Sanitários, deverão ser interditados.

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