POLÍTICA

Exército exige vacina e proíbe a militares divulgação de notícias falsas

O documento assinado pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, diz ainda que os militares devem orientar os parentes a agirem também da mesma forma
Da Redação / Publicado em 6 de janeiro de 2022
General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, comandante do Exército

Foto: Marcos Corrêa/PR

General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, comandante do Exército

Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta quinta-feira, 6, o Exército Brasileiro determinou que militares devem se vacinar contra covid-19 para retornar ao trabalho presencial. As diretrizes divulgadas pelo EB também orientam o distanciamento, o uso de máscaras e proíbe aos oficiais que divulguem fake news sobre a pandemia. O documento assinado pelo comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira  diz ainda que os militares devem orientar os parentes a agirem dessa mesma forma. A informação é do site G1.

O documento determina ações de proteção individual e a comprovação da vacinação para a volta ao trabalho presencial. Além disso, deixa claro que o objetivo é o retorno pleno de todas as atividades administrativas e operacionais, desde que sejam respeitadas as normas sanitárias. ações que vão contra pontos defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro, como a não obrigatoriedade da vacina. As diretrizes foram compiladas em 52 pontos.

Segundo o texto, militares que não completaram o esquema vacinal terão seus casos avaliados pelo Departamento Geral do Pessoal (DGP), para que sejam definidos procedimentos específicos. O comandante-geral determinou também que a prestação de informação falsa sujeitará o militar ou o servidor às sanções penais e administrativas previstas em lei.

Os oficiais devem orientar seus parentes a agirem seguindo as regras sanitárias para conter a disseminação do vírus e não espalharem fake news, diz o documento. A realização de missões, eventos e palestras serão avaliadas, pois podem gerar aglomerações.

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