Jornal Extra Classe - Jornalismo além da superfície
Nº 196| Ano 20 | Ago 2015
ENSINO PRIVADO
COMUNITÁRIAS

Os professores que atuam nas instituições comunitárias vinculadas ao Comung (exceto Unifra) e das escolas maristas e jesuíta, dissidentes do Sinepe/RS, aprovaram a proposta para Acordo Coletivo de Trabalho em assembleia realizada no dia 11 de julho, na Sede estadual, em Porto Alegre.

A proposta reproduz na íntegra o texto das Convenções Coletivas de Trabalho já firmadas com o Sinepe/RS, com destaque para o reajuste salarial de 7,68%, reajuste do reembolso-creche para R$ 210,00, antecipação do 13º salário no início de agosto, além da limitação de alunos por turma e da aproximação dos valores hora-aula no ensino fundamental para a educação básica.

“Com aprovação deste Acordo queremos garantir uma base legal para futuras negociações com esse grupo de instituições dissidentes do Sindicato patronal. Por isso, exigimos a renovação das cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho já negociada”, explica Amarildo Cenci, diretor do Sinpro/RS.

No início de junho, após a conclusão da Negociação Salarial com o Sinepe/RS, a uma Comissão Sindical Patronal dissidente, manifestou o não reconhecimento das CCTs e a expectativa de discutir um instrumento normativo próprio para o segmento. O grupo, dissidente do Sinepe/RS desde dezembro de 2014, é integrado pelas mantenedoras das instituições de educação superior PUCRS, Unisinos, Unilasalle, Univates, Feevale, URI, Unisc, UPF, Unijuí, UCS, Unicruz, UCPel, IPA, Urcamp; e pelas escolas de educação básica maristas e jesuíta.

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