Educação
Paraguai investiga rede de diplomação falsa no ensino superior
Há suspeitas de participação de servidores do próprio MEC paraguaio no esquema. Caso tem semelhanças…
Ensino Privado Passados seis meses da data-base dos professores do ensino privado e após uma das mais longas negociações salariais dos últimos anos, o Sindicato dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS) e Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado (Sinepe/RS) assinaram a Convenção Coletiva de Trabalho 2000. Neste mês, o Sinpro/RS distribuirá aos seus associados um caderno, especialmente editado, com as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho 2000 e informações sobre aposentadoria, licenças, hora-extras, entre outras. O mesmo material também está à disposição no site da entidade

Fruto da negociação anual entre o Sindicato dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS) e o Sindicato dos Estabelecimento de Ensino Privado do estado (Sinepe/RS), a Convenção Coletiva de Trabalho 2000 é retroativa a março e traz reajuste salarial de 7.06% e a manutenção das cláusulas sociais da Convenção de 99. O prazo para as escolas cumprirem os reajustes previstos é 5 de agosto, mesmo prazo para o pagamento da primeira parcela do 13º salário. O acordo também garante a criação de uma comissão paritária para discutir, no decorrer deste ano, a Hora-Atividade.
“É a Convenção Coletiva que regulamenta as relações de trabalho da categoria”, observa Cecília Bujes, diretora do Sinpro/RS. “Para se ter uma idéia da importância desse documento, muitas escolas, sob o argumento de que a Convenção ainda não tinha sido assinada, não respeitaram nem os prazos de pagamento de salários nos meses de março a junho”.
Entre as cláusulas mantidas está a que assegura desconto na mensalidades para dependentes de professores nas escolas em que os mesmos trabalham, adicional por aprimoramento acadêmico e por tempo de serviço, plano de saúde e estabilidade para aposentandos.
A Hora-Atividade passará, a partir do mês de agosto, a ser ponto de pauta de uma comissão paritária do Sinpro/RS e Sinepe/RS. “As escolas usaram as ações ajuizadas pelo Sinpro/RS, no ano passado, postulando o pagamento do trabalho extraclasse, como empecilho nas negociações salariais deste ano. Retiramos as ações mas a remuneração da Hora-Atividade continua sendo uma reivindicação da categoria”, conta Cecília. “Com a comissão, prevista em nossa Convenção Coletiva, estaremos dando continuidade às negociações”.