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Nº 155 | Ano 17 | Jul 2011
ENSINO PRIVADO
PROJOVEM

Os professores do Projeto Projovem Trabalhador, executado pela Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Extensão da Unisul – Faepesul, em Porto Alegre, paralisaram suas atividades por dez dias devido ao atraso salarial de dois meses. A solução para o impasse foi agilizada na Justiça do Trabalho, em processo ajuizado pelo Sinpro/RS, no qual a Prefeitura de Porto Alegre assumiu o compromisso de pagar os valores atrasados de todos os professores e coordenadores empregados, além de se responsabilizar pelos salários correspondentes aos meses de junho e julho, período de encerramento dos contratos. “O Sindicato tem reiterado sua posição contrária à terceirização de projetos como este por parte do poder público. Defendemos que o Projovem deve ser diretamente gerido pela Prefeitura desde a parte pedagógica à contratação dos profissionais. A terceirização tem sido ineficiente com prejuízos irreparáveis para os alunos, os professores e aos cofres públicos”, destaca Amarildo Cenci, diretor do Sinpro/RS.

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