EDUCAÇÃO

Rede metodista: cresce adesão à paralisação e acumulam atrasos salariais

Aumentou o número de instituições da Rede Metodista no Rio Grande do Sul paralisadas em função das pendências salariais
Da Redação / Publicado em 10 de novembro de 2020

 

 Conselho Geral das Instituições Metodistas de Ensino

Foto: Rede Metodista/Divulgação

Conselho Geral das Instituições Metodistas de Ensino

Foto: Rede Metodista/Divulgação

Aumentou o número de instituições da Rede Metodista no Rio Grande do Sul paralisadas em função das pendências salariais. No dia 3 de novembro, o colégio Americano aderiu à mobilização iniciada em outubro pelos professores do Centro Universitário Metodista (IPA), de Porto Alegre, e pelo Colégio e Faculdade Centenário, de Santa Maria.

A Rede Metodista vem enfrentando dificuldades em todo o país. No estado, são pendências que se acumulam desde dezembro do último ano, além de férias de 2020 e pagamentos parciais de abril a setembro. A falta de diálogo com a direção da Rede e a não previsão de novos pagamentos ou quitação dos atrasados vêm gerando insatisfação nos professores, o que motivou a paralisação.

“Os professores têm enfrentado problemas graves na Rede Metodista. As pendências salariais provocam um desgaste emocional e financeiro muito grande”, diz Margot Andras, diretora do Sinpro/RS. Ela explica que o Sindicato vem atuando desde o início da crise, levando o caso à Justiça do Trabalho e Ministério Público e buscando acordo  que visa à quitação das pendências.

HISTÓRICO – Parte dos professores da Rede Metodista no estado já somam 4,75 salários pendentes. Em julho, os docentes do Instituto Metodista de Passo Fundo iniciaram uma ação que durou 55 dias sem atividades. Em setembro, todas as instituições metodistas do Brasil paralisaram suas atividades por um dia, o que foi chamado de Dia do Basta. O ato foi convocado pelos sindicatos e federações de professores e funcionários em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

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