Política
A reforma trabalhista que não entregou o prometido e o risco de argentinização
Em 2027 se completará uma década da reforma que prometeu mais empregos e “modernizar” relações…

Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Lula enviou ao Congresso Nacional na noite desta terça-feira, 14, projeto de lei que vai ao encontro das demandas dos trabalhadores: o fim da escola o fim da escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1) e a limitação da jornada de trabalho de 44 para, no máximo, 40 horas semanais, sem redução de salário.
Em postagem nas redes sociais, o presidente Lula salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional”, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria.
“A proposta devolve tempo aos trabalhadores e trabalhadoras: tempo para ver os filhos crescerem, para o lazer, para o descanso e para o convívio familiar. Um passo para um país mais justo e com mais qualidade de vida para todos”, escreveu o presidente.
Veja o que prevê o projeto de lei:
Marcha da Classe Trabalhadora reúne na capital federal, nesta quarta-feira, 15, dirigentes sindicais de várias categorias, além de trabalhadoras e trabalhadores de todo o país.
Mobilização é em torno de pautas como o fim da escala 6×1, redução e jornada sem salários, fortalecimento das negociações coletivas e direito à negociação para servidores públicos, regulamentação do trabalho por aplicativos e combate à pejotização
A programação teve início às 8h, com concentração e realização de uma plenária nacional voltada à atualização da Pauta da Classe Trabalhadora para o período de 2026 a 2030. O documento foi construído de forma unificada pelas centrais sindicais durante a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), realizada em abril de 2022.
Em seguida, os trabalhadores e trabalhadoras vão, em marcha, em direção ao Congresso Nacional, em Brasília.
No período da tarde, as centrais sindicais devem formalizar a entrega de suas reivindicações ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Às14h a pauta e a Agenda Sindical serão entregues ao presidente da Câmara, Hugo Motta, na sala da Presidência da Câmara.
*Com informações da Presidência da República/Agência Brasil/CUT