Política
A reforma trabalhista que não entregou o prometido e o risco de argentinização
Em 2027 se completará uma década da reforma que prometeu mais empregos e “modernizar” relações…
Foto: Reprodução TwitterIolene Lima mesmo confirmou na noite desta quinta-feira, 21, em seu twitter que não assumirá a secretaria executiva do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Segundo nome indicado pelo ministro Ricardo Vélez Rodríguez não aceito pelo governo, a pastora vai além. Ela, que até o anúncio de Vélez ocupava a Secretaria de Educação Básica do MEC, disse “recebi a informação que não faço mais parte do grupo do MEC”.
A ida de Iolena que foi ao Céu e ao Inferno em uma semana é a terceira troca de titular da Secretaria Executiva da pasta em dez dias. Mesmo não oficializada no Diário Oficial, a pastora acompanhou o ministro Rodríguez em compromissos públicos, como a visita de solidariedade as vítimas do ataque a tiros em Suzano.
Ainda ontem, Extra Classe fez um segundo contato com a Assessoria de Imprensa do MEC, que disse desconhecer se a mesma seria ou não anunciada no Diário Oficial.
A queda da secretaria executiva que nem chegou a assumir formalmente reforça que o ministro Veléz está sendo pressionado para deixar o seu cargo.

Foto: Reprodução Twitter
Polêmica envolve indicação de pastora para o MEC